
A cidade de Itajaí, no Litoral Norte catarinense, foi escolhida para receber
a TRANS CARGO EXPO MODAL & LOGÍSTICA 2023 - Feira Internacional de
Transporte de Cargas, Modal e Logística de Santa Catarina. O evento ocorre
entre os dias 24 e 26 de Maio 2023 no Centro de Eventos Itajaí e deverá
atrair grande interesse dos setores do transporte de cargas rodoviárias,
portuárias e aeroportuárias da região sul.
A expectativa é reunir mais de 100 Empresas expositoras no Centro de
Eventos Itajaí, vindas do exterior e principais centros produtores do Brasil.
Itajaí comporta uma excelente infra estrutura portuária, aeroportuária,
modal e logística, localização geográfica e estratégica dos centros de
distribuição. Por estes e outros motivos, fizeram de Itajaí a escolha certa
para promover a Feira, comenta Roberto Piccoli, organizador do evento.
“Santa Catarina tem uma economia forte, pujante e pronta para receber
grandes eventos profissionais tais como: têxtil, metal mecânico, plástico
que já estão acontecendo nas regiões que representam.
A TRANS CARGO EXPO MODAL & LOGÍSTICA 2023 - Feira Internacional
de Transporte de Cargas, Modal e Logística será apresentada no Centro
de Eventos Itajaí. Um grande encontro de negócios com a exposição do
melhor na infra estrutura portuária, aeroportuária e transporte de cargas
rodoviárias da região sul. A excelência na infra estrutura e receptivo de
Itajaí prova que estamos na direção certa, observa Piccoli.’’
A programação terá ainda o Congresso MODAL & LOGÍSTICA de Santa
Catarina, com painelistas renomados apresentando novas tendências do
mercado.
Roberto Piccoli
CEO da THGEXPO realizadora da
TRANS CARGO EXPO 2023
MODAL & LOGÍSTICA
Cerca de 680 indústrias catarinenses estão elegíveis ao Prêmio Indústria Eficiente 2026, iniciativa do SENAI/SC e do Sebrae/SC que reconhece empresas com resultados de destaque em produtividade e eficiência. Nesta edição, a premiação será regionalizada: serão selecionadas dez finalistas em cada uma das dez regionais participantes, totalizando 100 empresas. Ao final, uma indústria será reconhecida como vencedora em cada região.
“A premiação tem um propósito além de reconhecer resultados individuais, estimular a disseminação de práticas que podem transformar a realidade de outras empresas. Quando uma indústria avança em produtividade e eficiência, os benefícios também alcançam fornecedores, trabalhadores e a economia da região”, afirma Fabrízio Pereira, diretor regional do SENAI/SC.
A avaliação considera critérios relacionados à eficiência operacional, à eficiência energética e ao engajamento das empresas na adoção de práticas de melhoria contínua. A proposta é reconhecer iniciativas que contribuem para otimizar processos, utilizar melhor os recursos e fortalecer a gestão industrial.
A premiação busca valorizar as boas práticas desenvolvidas pelas indústrias catarinenses, estimular a adoção de soluções que aumentem a produtividade e incentivar a disseminação de experiências bem-sucedidas entre empresas. Para o SENAI/SC e o Sebrae/SC, a iniciativa também reforça o papel das instituições como parceiras da indústria na busca por mais competitividade, inovação e eficiência.
Cerimônias regionais
A entrega dos prêmios será realizada em dez cerimônias regionais, nos dias 18 e 19 de novembro. Os encontros ocorrerão nas sedes do Sebrae e do SENAI, em diferentes municípios catarinenses.


A Arábia Saudita está entre os mercados com potencial de expansão para a indústria catarinense no Oriente Médio. As oportunidades comerciais com o país foram tema de webinar promovido pelo Conselho de Comércio Exterior da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), com a participação do embaixador do Brasil na Arábia Saudita, Paulo Uchoa Ribeiro Filho. O encontro abordou as perspectivas de negócios entre os dois mercados, em um cenário de expansão do comércio bilateral.
“Santa Catarina reúne condições para ampliar sua presença no Oriente Médio. Temos um parque industrial diversificado, liderança em segurança alimentar e capacidade tecnológica em áreas que vão do agronegócio à manufatura avançada”, afirma Gilberto Seleme, presidente da FIESC.
De janeiro a setembro de 2026, Santa Catarina exportou US$ 249,1 milhões para o país. A carne de aves respondeu por US$ 193,3 milhões das vendas, seguida pela madeira serrada (US$ 26,9 milhões), papel kraft (US$ 6,4 milhões), motores elétricos (US$ 6,3 milhões) e transformadores elétricos (US$ 6 milhões). No mesmo período, as importações catarinenses da Arábia Saudita somaram US$ 63 milhões, principalmente de polímeros utilizados como insumos industriais.
O potencial de negócios está relacionado também ao plano Visão 2030, iniciativa do governo saudita para diversificar a economia e ampliar investimentos em infraestrutura, indústria e tecnologia.
Oportunidades para a indústria
Mapeamento realizado pela Embaixada do Brasil em Riade e pelo Observatório FIESC aponta oportunidades em diferentes segmentos. Na área de alimentos, além da proteína animal, há espaço para ampliar as vendas de carne bovina, maçãs, ovos e equipamentos para processamento de alimentos.
Em equipamentos elétricos e automação, a demanda saudita por infraestrutura hídrica e eficiência energética abre possibilidades para fabricantes de motores, transformadores e sistemas automatizados. Madeira, móveis, papel e materiais de construção também aparecem entre os segmentos com potencial de negócios.
O levantamento inclui ainda oportunidades em inteligência artificial, manufatura avançada, tecnologia de defesa e setor aeroespacial, áreas nas quais Santa Catarina conta com empresas e instituições de pesquisa e inovação.
Em 2025, o comércio entre Brasil e Arábia Saudita movimentou US$ 6,68 bilhões. A ampliação das relações comerciais reforça a importância da conexão entre os mercados e a estrutura logística catarinense, que conta com portos em Itapoá, Navegantes, Itajaí, Imbituba e São Francisco do Sul.
Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina - FIESC
Gerência de Comunicação
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) protocolou nesta quarta-feira (4) uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a Emenda Constitucional 141/2026, que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e estabelece o fim da escala 6x1. A instituição questiona a aplicação imediata das novas regras aos contratos de trabalho, acordos e convenções coletivas em vigor, além das restrições impostas à negociação coletiva sobre regimes de jornada.
Na ação, a CNI argumenta que a mudança aprovada pelo Congresso Nacional em outubro viola princípios constitucionais como a segurança jurídica, a proteção ao ato jurídico perfeito, a autonomia coletiva e a livre iniciativa. Para a Confederação, impor novos parâmetros sem um período de transição adequado atinge condições previamente negociadas entre empresas e trabalhadores e tende a causar impactos sobre a sustentabilidade dos negócios e a manutenção dos empregos.
Um dos principais pontos questionados é a incidência das novas regras sobre os instrumentos coletivos vigentes, com previsão de caducidade de acordos e convenções em prazo de apenas dois meses. A CNI também aponta que as novas limitações à negociação de regimes compensatórios reduzem o espaço para que empresas e trabalhadores estabeleçam soluções adequadas às diferentes realidades dos setores produtivos.
“A aplicação compulsória das novas jornadas sobre contratos pactuados sob a vigência anterior da Constituição desconfigura a reciprocidade original e majora o valor da hora trabalhada à revelia das partes contratantes. Isso significa retroatividade, com alteração do que foi livremente pactuado pelos agentes privados (empregado e empregador), o que é vedado pelo texto constitucional”, destaca o diretor Jurídico da CNI, Alexandre Vitorino.
“A retroatividade da emenda é tão intensa que ataca não só contratos individuais, mas põe abaixo as convenções coletivas que dispuserem em sentido contrário durante o próprio período de vigência desses instrumentos de pactuação coletiva”, acrescenta. O diretor Jurídico da CNI alerta que “não pode haver segurança jurídica se o Estado, por meio de uma emenda constitucional, faz tábula rasa de contratos individuais e coletivos, por melhores e mais humanitárias que sejam as suas intenções”.
A CNI pede também que a emenda constitucional tenha sua eficácia suspensa para as microempresas e empresas de pequeno porte até que o Legislativo edite uma lei complementar para regulamentar o tema. “A Constituição impõe ao legislador o tratamento diferenciado entre as empresas classificadas como micro ou de pequeno porte. A toda evidência, empresas de menor porte, que são a base da economia nacional, terão maior dificuldade de adaptação à jornada reduzida de 40 horas”, pondera Vitorino.
Impactos sobre a competitividade e os empregos
Na ação, a CNI apresenta dados sobre a produtividade do trabalho no Brasil e os possíveis efeitos econômicos da redução da jornada sem diminuição salarial. De acordo com dados do Observatório da Produtividade da FGV IBRE, entre 1981 e 2024, a produtividade média do trabalho no país cresceu apenas 0,2% ao ano por trabalhador e 0,5% por hora trabalhada. No segundo trimestre de 2025, por exemplo, a produtividade industrial registrou recuo de 1,5%.
De acordo com levantamento da CNI, citado na ação, a estimativa é que a redução da jornada para 40 horas semanais, acompanhada da ampliação do repouso sem redução salarial, elevará em 11,1% o custo do trabalho formal na indústria, o equivalente a R$ 88 bilhões adicionais.
Para a CNI, a adoção das novas exigências sem um período de adaptação proporcional pode ampliar os custos de produção e comprometer a competitividade das empresas brasileiras, especialmente diante das diferenças de produtividade em relação a outros países.
“A imposição dessas novas exigências, destituída de compensação, bloqueada quanto à flexibilização negocial e legal e desprovida de período adequado de ajuste para a iniciativa privada, fragiliza a sustentabilidade dos negócios e a preservação dos postos de trabalho”, afirma Vitorino.
Segundo o diretor da CNI, a emenda adota uma solução única, pasteurizada, para setores econômicos com necessidades de mão-de-obra distinta, sem dar a devida atenção a regimes de trabalho intensivo. O legislador constituinte derivado, segundo ele, fez abstração de um direito à adaptação suave ao novo regime de jornada reduzida, tendo deliberado sobre o assunto, às pressas, no ápice do período eleitoral, sem meditar, adequadamente, sobre as consequências da emenda para o futuro do setor produtivo e da manutenção dos postos de trabalho.
Pedidos apresentados ao Supremo
A CNI sustenta, em síntese, que a mudança nas regras de jornada deve preservar os contratos individuais aperfeiçoados e as normas convencionais pactuadas coletivamente durante o seu período de vigência, considerar a realidade econômica e produtiva do país, preservar a segurança jurídica. Para a Confederação, é preciso também assegurar espaço para a negociação coletiva, reivindicando, no mínimo, que o Supremo fixe prazo para adaptação compatível com os graves impactos das novas exigências sobre os diferentes setores da economia.
Fonte: CNI
Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina - FIESC
Gerência de Comunicação


Por: Augusto César Diegoli (acdiegoli@gmail.com)
Turistas de cruzeiros
Balneário Camboriú e Itajaí somam 96 escalas previstas de transatlânticos na temporada 2026/27, um aumento de quase 5% em relação a anterior. Estudo do FGV e do CLIA Brasil aponta impacto econômico de até R$ 962 por passageiro nos municípios de embarques e desembarques. Especialistas explicam como a movimentação turística pode ampliar o interesse por investimentos imobiliários na região.
Expansão de franquias
A procura por serviços que facilitam a rotina não atendem às necessidades de cuidados pessoais tem favorecido o mercado de franquias. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o faturamento de Limpeza e Conservação cresceu 17,6% no segundo trimestre de 2026, enquanto Saúde, Beleza e Bem-Estar avançou 15,2%. As altas são normais, sem descontar a inflação na comparação com o mesmo período de 2025. Os dois segmentos superaram à média do franchising brasileiro, cujo faturamento cresceu 9,3% e alcançou R$ 76,3 bilhões entre abril e junho.
Maroma Sorveteria
A Maroma Sorveteria está completando 40 anos de história em 2026. Para celebrar a data, a empresa promoveu uma festa para os mais de 100 colaboradores na fábrica, no bairro São Luiz, em Brusque. A programação contou com almoço, ginásticas, premiações e claro, o bolo de aniversário, para cantar os parabéns pela data. Fundada por Marcos Habitzreuter, já falecido e Roseli Habitzreuter, a Maroma construiu uma trajetória marcada pela inovação e pela busca por novidades no mercado de sorvetes. Atualmente, a empresa é administrada pelos filhos do casal, Maurício, Marcelo e Murilo Habitzreuter, que dão a continuidade ao sonho dos pais. Além da Maroma Sorvetes, os filhos também estão à frente da 4MR Franchising, responsável pela gestão e expansão das franquias Maroma Express.
Dia da Reforma: 31 de outubro
Celebrar o Dia da Reforma Luterana, em 31 de outubro, é muito mais do que recordar um acontecimento histórico de 1517, que é reconhecer que a mensagem à Reforma continua viva e necessária em nossos dias. Martin Luther, ao questionar práticas religiosas de seu tempo, reafirmou a contrariedade da palavra de Deus, a salvação pela graça mediante a fé e a liberdade cristã. Essa herança nos convida a uma fé que não se limita às palavras, mas se expressa em atitudes de amor, justiça, solidariedade e posteriormente com a vida. A Reforma não é apenas uma maneira a ser preservada, mas uma experiência a ser vivenciada diariamente. Afinal, uma Igreja que se deixa orientar pelo Evangelho está sempre sendo chamada a renovar-se, testemunhando o amor de Deus em meio aos desafios da sociedade. (Reforma Luterana 1517/2026 = 509 anos). Pastor Eloir Carlos Ponath (Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil – IECLB Balneário Camboriú-SC)
Chilenos, aqui
A Prefeitura de Florianópolis apresentou a cidade como destino turístico em evento, na embaixada do Brasil em Santiago. Motivo principal: é o turista internacional que mais cresceu em SC é o chileno. Em 2025, 443 mil deles desembarcaram no aeroporto de Florianópolis, formando a Capital catarinense o segundo destino mais procurado por eles, atrás somente do Rio de Janeiro, que registrou 600 mil entradas. Fora da temporada de verão, a rota entre Chile e Florianópolis conta com mais de 20 voos semanais. Entre este mês e março de 2027 são estimados 91 voos semanais.
No ar
Para desespero das poucas operadoras de caro transporte intermunicipal de passageiros, sempre suspeitas de que atuam como cartel, o governo estadual anuncia para 3 de novembro, a entrada em funcionamento do Voa+SC, programa de aviação regional que oferece rotas cruzando o Estado e operado pelo companhia Azul Conecta. O voo inaugural foi de Florianópolis a Joaçaba.
Edino e seu violino
Um recorte da infância do catarinense Edino Krieger (1928-2022), um dos nomes de destaque da música brasileira, é tema do livro “Edino, menino e seu violino”, escrito pela jornalista e atriz Lieza Neves. A obra infanto-juvenil resgata o momento em que o compositor, nascido em Brusque (SC) e ganhou o primeiro violino do seu pai, Aldo Krieger. A publicação foi lançada em oito cidades de Santa Catarina, em Brusque, cidade natal de Edino Krieger, foi lançado na Biblioteca Pública Ary Cabral. O livro reconstrói aspectos da vida cotidiana em Brusque, livro na década de 1930. Para compor a narrativa, Lieza pesquisou documentos históricos do município e entrevistou antigos moradores, reunindo lembranças sobre costumes, religiosidade, tradições, escola, trabalho e relações familiares. Segundo a escritora, a pesquisa contribui para preservar a memória local e aproximar o público infanto-juvenil da história cultural catarinense.
Reportagem vencedora
A reportagem “Por que uma camisa da China chega mais barata a Brusque do que uma produzida na cidade”, de autoria do jornalista Bruno da Silva, conquistou o segundo lugar da categoria Texto do Prêmio Fiesc de Jornalismo 2026. A cerimônia de premiação foi realizada na sede da Federação das Indústrias do Estado de SC (Fiesc).em Florianópolis. Realizado desde 1988, o Prêmio Fiesc é considerado o mais importante e tradicional da Imprensa catarinense. Nesta edição, distribuiu mais de R$ 150 mil em premiação.
Carga tributária
Dois dias depois da reeleição de Lula, membros do seu governo se encarregaram de municipar à mídia insinuando que vem ali o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre vários títulos isentos do tributo. O perigo: a cobrança será feita por decreto, sem passar pelo Congresso.
Invasão chinesa
Pela primeira vez, o chinês Omoda 5 foi o veículo zero quilômetro mais procurado em SC em setembro, segundo dados do Webmotors Autoinsighsits, ferramenta que fornece dados sobre o mercado automotivo com base nas buscas e visitas em anúncios da plataforma por usuários de todo o país. Na sequência vem outro chinês, o Omoda 7 (2*), Ford Ranger (3*), GWM Haval H6 (4*) e o Jeep Avenfer (5*).
Espanto
Segundo o portal do Senado que por lá começou a transitar o projeto de lei 5628/2026, que proíbe cursos de graduação a distância nas áreas da saúde (como é o caso do curso de medicina) e de educação física. A proposta já foi aprovada pela Câmara dos Deputados. O que espanta é saber que tais cursos existem.
Revitalização do Centro
A Prefeitura de Guabiruba assinou a ordem de serviços para a revitalização das ruas Brusque e Dez de Junho, no Centro. Com os investimentos de aproximadamente R$ 3,3 milhões, a obra contempla a requalificação de 2.545 metros de vias. Os serviços incluem drenagem pluvial, pavimentação asfáltica, execução de passeios e sinalização viária. As intervenções buscam melhorar as condições de circulação de pedestres e motoristas, além de qualificar a infraestrutura da região central.
Contrastes da Capital
A ausência de equipamentos públicos de segurança alimentar em Florianópolis contrasta com a realidade social da cidade e a coloca em posição inferior às médias das capitais estaduais da Região Sul e do Brasil, constata estudo do Ministério Público de SC, que analisou a presença de restaurantes populares, cozinhas comunitárias e bancos de alimentos nas capitais brasileiras. A pesquisa concluiu que a capital catarinense apresenta uma grave carência na implementação de política sistemática de segurança alimentar urbana. O levantamento revela que Florianópolis não possui restaurantes populares nem cozinhas comunitárias em funcionamento e conta apenas com um banco de alimentos.
Brusque na presidência da Facisc
A Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc) realizou a eleição da diretoria para a gestão 2027-2029. Com chapa única, liderada pela empresária Rita Cássia Conti, de Brusque, o processo marca a transição da presidência de Elson Otto para a primeira mulher a assumir o comando da entidade em seus 76 anos de história. Atual primeira vice-presidente da Facis, Rita Conti assume a liderança da chapa após uma trajetória no associativismo empresarial catarinense. Empresária do setor têxtil e diretora do Grupo RC Conti Indústria e Comércio de Confecção, ela presidiu a Associação Empresarial de Brusque, Guabiruba e Botuverá por dois mandatos, entre 2019 e 2023.
Grupo Pereira
O Grupo Pereira está ampliando sua estratégia de digitalização do varejo com novas funcionalidades no aplicativo Clube Mais, que já reúne 2 milhões de consumidores cadastrados. A plataforma passa a integrar compras online, listas compartilhadas em tempo real e visualização 360º de produtos. Atualmente disponível para compras online em cerca de um terço das lojas Fort Atacadista e Comper, o aplicativo deverá lançar 50% das unidades das duas redes nos próximos meses.
Fim da escala 6x1
A adaptação das empresas às mudanças na jornada de trabalho e ao possível fim da escala 6x1 está entre as preocupações do Sintrafite (Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem de Brusque e Região). O assunto será discutido em uma reunião com o Sindicato Patronal, marcado para a próxima semana. Anibal Boettger, representante do Sintrafite, explicou que o encontro busca alinhar orientações para empregadores e trabalhadores diante das mudanças previstas. A intenção é reconstruir um entendimento conjunto sobre como as empresas poderão se adequar às novas regras, especialmente aquelas que trabalham com turnos contínuos. Por outro lado, a adaptação apresenta desafios para setores em que a produção não pode ser interrompida, como o da fiação têxtil. Há empresas que trabalham em escalas como a 6x2, com seis dias de trabalho e dois dias de descanso, mantendo as máquinas em funcionamento durante todo o mês. O representante também citou a possibilidade de formatos alternativos de jornada, como escalas 5x2 ou 4x2, mas ressaltou que as alternativas ainda precisam ser discutidas com o setor patronal. A reunião deverá servir justamente para avaliar os diferentes cenários e buscar orientações que possam ser aplicadas pelas empresas, considerando as particularidades de cada atividade.
Náutica
A Marina Itajaí conquistou pela sexta vez consecutiva o selo Bandeira Azul, uma das principais certificações internacionais voltadas à gestão ambiental. O complexo náutico, que é o maior do Sul do país, está em um seleto grupo de apenas 12 marinas brasileiras aprovadas para a temporada 2026/2027, após avaliação do júri internacional do programa, realizado em setembro, na Dinamarca. Nesta edição, o Brasil alcançou 75 destinos reconhecido, crescimento de 25% em relação à temporada anterior. SC lidera a lista nacional, com 38 locais certificados, sendo 33 praias e cinco marinas.
Serra na mídia
A Serra Catarinense receberá, de 6 a 9 de novembro, um grupo de jornalistas de veículos nacionais e publicações especializadas em turismo, numa presença entre a Gol Linhas Aéreas, Associação dos Municípios da Serra Catarinense, Conselho de Turismo da Serra Catarinense e 18 prefeituras da região. O objetivo é apresentar a diversidade de experiências, paisagens, atrativos históricos, culturais e gastronomia da região.
Queda no tabagismo
Santa Catarina registrou uma redução de 38,7% no número de fumantes adultos no último ano, segundo dados divulgados pelo governo do Estado. Apesar da queda, o crescimento do uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes e jovens representa um novo desafio para as políticas de prevenção ao tabagismo no Estado. De acordo com o governo estadual, as ações de prevenção e oferta de tratamento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS) fazem parte das estratégias para reduzir o número de fumantes. Em 2025, mais de 21 mil pessoas procuraram atendimento para deixar de fumar em SC. Desse total, 17,7mil iniciaram o tratamento e 7,5 mil conseguiram parar.
Sinduscon: novos cursos
O Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário de Brusque, Guabiruba, Botuverá e Nova Trento (Sinduscon) abre a partir deste mês, o planejamento de cursos gratuitos de 2027. Os interessados nas próximas formações já podem entrar em contato com o Sinduscon e informar o nome, o telefone e a área em que desejam se qualificar. A lista reúne tanto quem pretende fazer iniciação à Construção do programa Profissão Construir quanto quem busca cursos específicos em outras atividades do setor.
Inadimplência
Em agosto, SC, Paraná e Rio Grande do Sul registraram 1,6 milhão de empresas inadimplentes, conforme a Serasa Experian. As dívidas somavam, até então, R$ 55,3 bilhões no período. Nas 448,8 mil de SC a dívida média era de R$ 3,8 milhões. Em termos nacionais, o número de empresas inadimplentes cresceu em agosto deste ano e chegou a 9,3 milhões de CNPJs, representando uma alta de 14,3% em comparação com o mesmo período de 2025.
Emprego
Um dos melhores empregos do momento em SC está na Polícia Militar do Estado, que abriu concurso público com 500 vagas para soldado. O salário inicial é de R$ 8.505, acrescido de auxílio-alimentação de R$ 550. Exige-se ensino superior completo, idade entre 18 e 29 anos e CNH válida.
Redesenho
Os 4,5 quilômetros da Avenida Brasil, em Balneário Camboriú, que é o trecho mais verticalizado do Brasil, ganharão uma reurbanização de R$ 300 milhões. Mais de 40 empresas reunidas no Instituto + BC vão investir cerca de R$ 10 milhões nos projetos e estudos técnicos, que serão doados à Prefeitura para licitação de uma intervenção urbana. Haverá uma mudança de grande impacto na paisagem urbana: a retirada da rede aérea de energia e telecomunicações para implementação de fiação subterrânea.
Produção de equipamentos médicos
Mais uma multinacional da China escolheu Santa Catarina para instalar fábrica: A United Maging Healthcare, uma das principais fabricantes globais de equipamentos de imagem para saúde como ressonância magnética e tomografia computadorizada, com matriz em Xangai, anunciou a instalação de unidade no Perini Business Park, em Joinville, com investimento superior a R$ 500 milhões. A informação foi oficializada para o governador de SC pelo CEO da companhia, Dr. Qiang Zhang, em reunião na Casa d’Agronômica, em Florianópolis, com assinatura do protocolo de intenções. A nova unidade vai gerar 200 empregos diretos na primeira fase e depois, até a terceira fase deve somar 500 postos de trabalho diretos. A instalação da fábrica está prevista para o segundo semestre de 2027. Além da ressonância e tomografia, a empresa também fabrica outros itens, entre os quais aparelhos para tratamento de câncer.
Serra ganha hotel de luxo
Reduto de condomínios de alto padrão de investidores da região de Florianópolis, o município de Rancho Queimado, na Serra Catarinense, acaba de ganhar o primeiro hotel de luxo. A família Weiss Silveira acaba de inaugurar o Montissi Resort Spa & Golf. O empreendimento, com 67 suítes e gestão da empresa Atrio, oferece série de serviços, como gastronomia autoral regional, spa, estrutura de lazer junto à natureza, quadras esportivas e terá em breve um campo de futebol padrão Fifa e um centro de eventos. O sofisticado resort que acaba de ser inaugurado é uma evolução dos investimentos do casal Antonio e Zenita Weiss Silveira, da Grande Florianópolis, onde atuavam nos setores de supermercados e imobiliários. Em 1977, eles adquiriram terras em Rancho Queimado e lançaram um condomínio residencial com mais de 400 terrenos, todos comercializados. Agora, construíram o complexo hoteleiro com diversas soluções de prestação de serviços.
Lei perdoa débitos de MEIS do País
Aprovada por unanimidade no Senado, medida atualiza parâmetros vigentes desde 2018 e abre caminho para expansão das microempresas a partir de 2027, com aumento progressivo do teto de faturamento e permissão para contratar até dois funcionários. O ambiente de negócios da microempresa no Brasil passa por sua maior reestruturação regulatória nos últimos anos. Foi sancionada a Lei Complementar 238, de 2026, originada do PL 186/2026. Com ela, o Governo Federal colocou em prática as diretrizes do Prospera MEI programa formulado para reduzir a inadimplência crônica e destravar investimentos do microempreendedor. O texto corrige a defasagem histórica do limite de faturamento anual da categoria elevando a margem para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028. A flexibilização operacional autoriza a contratação de até dois empregados formados por CNPJ.
Ex-trabalhadores da Schlosser
Os ex-trabalhadores da Cia. Industrial Schlosser presentes à assembleia do dia 25, aprovaram a venda do terreno da antiga Associação Atlética Schlosser, em Brusque, por leilão extrajudicial. A proposta prevê lance mínimo de R$ 9 milhões e prazo até 8 de dezembro para apresentação de propostas. A decisão busca viabilizar o pagamento do saldo das indenizações trabalhistas de 640 ex-funcionários. O grupo aguarda desde 2011, quando a empresa entrou em recuperação judicial pelo recebimento integral desses valores. A venda do terreno integra o plano de recuperação da fábrica, de 2012.
Desde o último domingo (1º), as novas regras para a emissão da Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) entraram em vigor. As mudanças valem para todas as empresas e prestadores de serviço.
Conforme a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Receita de Navegantes, a Nota Fiscal Avulsa deixou de existir. Agora, todos os prestadores de serviço precisam ter um CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) técnico (cadastro formal) para emitir notas. Quem emitia como pessoa física ou de forma eventual, precisa se regularizar, seja abrindo um MEI (Microempreendedor Individual) ou se inscrevendo como CNPJ Técnico na Receita Federal.
A partir de 1º de dezembro, a emissão de NFS-e será feita exclusivamente pelo Emissor Nacional da NFS-e. Não será mais possível emitir pelo sistema municipal antigo.
“Quero chamar a atenção de todos os prestadores de serviço: as novas regras da Nota Fiscal Eletrônica já estão valendo e são importantes para mantermos tudo regularizado e em dia com a entrada da Reforma Tributária em 1º de janeiro de 2027. Fiquem atentos aos informes oficiais”, enfatiza o secretário de Desenvolvimento Econômico e Receita, Willian José de Souza.
Os empreendedores podem buscar atendimento presencialmente na Praça do Cidadão, localizada na Av. Prefeito José Juvenal Mafra, 498 – Centro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h (sem fechar no horário de almoço).
Confira o que cada empresa precisa realizar:
Empresas do Simples Nacional (ME e EPP): Devem emitir a NFS-e pelo Emissor Nacional. A partir de 1º de janeiro de 2027, passam a destacar também os novos tributos IBS e CBS nas notas.
MEI (Microempreendedor Individual): A partir de 1º de janeiro, a emissão passa a ser obrigatória pelos canais e emissores federais unificados (Emissor Nacional).
Empresas do Regime Normal (Lucro Real ou Presumido): Já foram comunicadas que deveriam, a partir de agosto (NF-e/NFC-e) a dezembro (NFS-e), atualizar o software emissor com os novos campos de alíquotas de teste (IBS e CBS).
Pessoa física / autônomo (vendas ou serviços eventuais): É necessário formalizar a atividade: fazer inscrição no CNPJ Técnico (para emitir NFS-e) ou abrir um MEI, passando a ter CNPJ.


A partir da próxima terça-feira, dia 3, Santa Catarina terá novas rotas aéreas, marcando uma retomada da aviação regional no estado. Operada pela Azul Conecta, a novidade faz parte do programa VOA+SC, idealizado pelo governo catarinense. A companhia aérea vai atender 10 cidades com o avião Cessna Caravan, com capacidade para nove passageiros. A aeronave se destaca pela segurança e estabilidade em baixa altitude, podendo ser utilizada para os mais variados fins e em diferentes tipos de pista de pouso.
“Não tenho dúvida que estaremos bem servidos para começar essa nova era de voos regionais, que vai impulsionar o turismo e a economia de Santa Catarina. Nós trabalhamos muito para atrair esses voos que agora conectam todas as regiões, com reforma dos aeroportos, diminuição do ICMS do querosene de aviação e concessão de subsídios para as passagens neste início do projeto. Prezamos pela qualidade e segurança. Esse é o mesmo modelo de avião que a gente já usa na Saúde, com o serviço aeromédico do Estado”, disse o governador Jorginho Mello.
O secretário de Estado de Portos, Aeroportos e Ferrovias, Ivan Amaral, destaca que o edital do VOA+SC estabeleceu várias exigências para as empresas interessadas em prestar o serviço de maneira segura e confiável. Entre elas, estão a presença de um funcionário da própria empresa em cada aeroporto para dar suporte aos passageiros e a disponibilidade de uma aeronave reserva para uso imediato, caso a principal precise passar por manutenção. Além disso, a tripulação dos voos ficará sediada em Florianópolis.
“A gente foi muito criterioso no edital e exigiu que a empresa tivesse experiência na aviação comercial, que tivesse um avião reserva e que houvesse um representante da empresa vencedora — neste caso, a Azul Conecta — em cada aeroporto para atender os passageiros. Então, tenho certeza de que o projeto vai ser um sucesso e, muito em breve, vai fazer parte da rotina dos catarinenses”, afirmou Amaral.
Além disso, a configuração interna do avião também pode ser alterada, se necessário. Por exemplo, em caso de catástrofes que exijam o transporte de alimentos ou medicamentos, é possível retirar os assentos em cerca de uma hora, permitindo que a aeronave seja usada para o transporte de cargas.
Voo inaugural
O voo inaugural do VOA+SC deve decolar de Florianópolis com destino a Joaçaba nesta terça-feira, dia 3, às 9h30. A partir daí, as novas rotas começarão a ser operadas, contemplando todas as regiões do estado. Blumenau, Caçador, Correia Pinto, Criciúma/Forquilhinha, Joaçaba, Joinville, Lages e São Miguel do Oeste terão voos para Florianópolis. Também será possível voar entre Joinville e Jaguaruna e entre Correia Pinto e São Miguel do Oeste.
As passagens, com preços subsidiados pelo Governo do Estado, custarão entre R$ 315,00 e R$ 815,00. A venda é feita exclusivamente pelo site www.voeazul.com.br
Foto: Divulgação/Azul Conecta


